sábado, 21 de fevereiro de 2009

Carnaval...

Olá gentee.. como vaum as coisass?? ^^
espero que tudo bemmm...

Bom, estive falando com a acessora da Gi, e ela me disse que nossa linda não estaria no Carnaval esse anoo..

Que ela iria tirar um tempo pra ela... viajar, descançar e curtir a família...

Se sair alguma fotinha, eu posto aqui, viuu??

Beeeeeijosss.. Povo do bemmm...
e se cuidemmmm...

com carinhooo
Wil
;]

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Eu me basto e me curto sozinha

Aos 32 anos, a atriz Giovanna Antonelli, intérprete da atrapalhada alma, na novela "Três Irmãs", afirma que não tem medo de ficar só, fala da relação com o ator Murilo Benício, pai de seu filho, Pietro, e diz que a maternidade a deixou mais serena e bonita...

Por Carla Ghermandi

Fotos: Fernando Torquatto

“... sou uma máquina de falar...”, avisa Giovanna Antonelli, logo no início da entrevista. E é mesmo. Principalmente para assuntos específicos, como sua carreira artística ou o filho, Pietro, de 3 anos, de seu relacionamento com o ator Murilo Benício. De segunda-feira a sábado, Giovanna, vem encantando e divertindo o público como a atrapalhada médica Alma, da novela das sete, "Três Irmãs". Em comum com a personagem, a atriz diz ter o foco no trabalho e o lado moleque.
“... mas destrambelhada e atrapalhada como ela, não sou...”, diverte-se.

A seguir, sua entrevista.

QUEM: A personagem Alma está se destacando não só por seu lado cômico, mas também pela beleza. Está mais vaidosa?
GIOVANNA ANTONELLI: Li uma declaração de uma atriz sobre o que muda após os 30 anos e achei genial. Ela disse: “Antes eu fazia menos exercícios e comia mais, hoje tenho que comer menos e fazer mais exercícios”. É isso. Tem outra coisa: a maternidade me fez muito melhor em todos os aspectos. Por mais que eu seja uma pessoa agitada, o Pietro me trouxe a serenidade e a paciência que exercemos na educação de uma criança e que acabamos levando para todas as áreas. Aprendi a aceitar os movimentos da vida. Antes, era mais ansiosa, uma característica da minha personalidade, que até me incomodava.


"... Se chega um momento em que se fica sozinho na relação, acho melhor ficar, de fato, sozinho. Não sou carente...".
QUEM: Tudo isso influiu na sua maneira de se cuidar?
GA: Aí acho que é uma questão de consciência, que a gente não tem quando mais jovem. Falo de ter uma alimentação melhor, de praticar exercícios, mas não por culto ao corpo, e sim por necessidade de viver uma vida mais saudável. Descobri o pilates, que pratico há uns sete meses e do qual não abro mão. Faço todo dia, em casa, com a professora Cláudia Passos. O exercício me deixa ótima. É bom suar, gastar energia e sentir que estou fazendo um bem para o meu corpo.

QUEM: Aboliu chocolate e guloseimas?
GA: Não. Continuo chocólatra e adoro uma fast-food de vez em quando. Não acredito em nada radical, em nenhum aspecto da vida. Tomo meu chopinho, adoro uma boa massa, mas sei que não dá para ser todo dia. É uma questão de bom senso.

QUEM: Diria, então, que o que mais provocou mudanças na sua vida foi a maternidade?
GA: Eu acho. O meu filho... Nossa (Giovanna fica com os olhos cheios d’água)... Vivo para o Pietro 24 horas por dia. E a maternidade me fez sentir mais mulher. Eu me gosto mais hoje, aos 32 anos, do que quando tinha 20 e poucos.

QUEM: Definitivamente, você é uma mãe coruja.
GA: Eu me pego babando em vários momentos. O meu filho é a coisa mais linda do mundo. É um amor que preenche tanto o peito, o coração, sinto vontade de chorar em vários momentos. De felicidade! Tanto que sou louca para ser mãe de novo. Não tem nada mais maravilhoso do que ver aquele bichinho crescendo.

QUEM: Já pensa concretamente em ter o segundo filho?
GA: Nasci para ser mãe, mas virá quando Deus me der. Não tenho planos, deixo a vida rolar, a hora que acontecer é porque tinha que ser.

QUEM: Mas para ser na hora que Deus quiser é preciso não impedir a gravidez.
GA: Sou uma pessoa extremamente cuidadosa, então, o que disse é que se acontecer será porque Deus quis que fosse naquele momento.

QUEM: Recentemente, você foi fotografada em um restaurante com o Pietro, o Murilo e o Artur. Uma cena dessas não é tão comum entre ex-casais.
GA: Essas coisas acontecem naturalmente. Eu e o Murilo temos um filho para criar, é mais do que natural que a gente se dê cada vez melhor. O Pietro fica feliz de ver a nossa boa relação e é importante que a gente troque idéias todos os dias, porque nós dois estamos percebendo as mudanças no temperamento do nosso filho. O Murilo tem sido um grande parceiro e um grande pai.


"... Eu e o Murilo temos um filho para criar, é mais do que natural que a gente se dê cada vez melhor. (...) o Murilo tem sido um grande parceiro e um grande pai...".
QUEM: O que é um relacionamento bacana para você?
GA: Acredito que é quando tem amizade, cumplicidade, parceria. Não acredito em relação unilateral. Se chega um momento em que se fica sozinho em uma relação, acho melhor ficar, de fato, sozinho. Não tenho a necessidade de ter alguém por ter. Não sou carente. Mais do que o sexo, busco a cumplicidade, a parceria e a amizade. Pois, daí, nasce o amor e vem um relacionamento sexual ótimo.

QUEM: O sexo tem um peso importante no relacionamento?
GA: Claro que sim e para mim não importa a quantidade, mas a qualidade. Agora, se eu for estabelecer uma prioridade, será o pacote no qual essa parte vem junto com parceria, amizade e amor. O peso importante está no conjunto.

QUEM: Ao que parece, você emenda um relacionamento no outro. Tem medo de ficar sozinha? GA: Já fiquei sozinha, sem problema. Tanto que, quando o relacionamento não dá certo, não tenho medo de ir em frente. Talvez a maturidade e a maternidade também tenham me trazido isso: eu me basto e me curto sozinha. Gosto de ler um livro, de arrumar um armário, a casa, de organizar minhas coisas, de ficar olhando uma paisagem.

QUEM: Qual o conceito de fidelidade?
GA: Sou fiel, gosto de viver a fidelidade em um relacionamento. E, se não me sentir mais apta a viver assim, vou romper a relação, porque não terá mais sentido estar junto. Prezo a fidelidade, e é o que espero do meu parceiro. Quando não acontece, é uma decepção.

QUEM: Já foi traída?
GA: Já.

QUEM: Perdoou?
GA: Sim, mas acho que a traição é o de menos. A maneira como as coisas são feitas, e, aí, entra a falta de respeito, é o que define o que é perdoável ou não. Depende também do momento, da sua fase de vida, do seu entendimento em relação a sua relação.

QUEM: O que a atrai em um homem?
GA: Um homem interessante é o que tem um bom papo, que é inteligente, mas, acima de tudo, admiro a generosidade e a gentileza. Sou fã de quem abre a porta para mim, de quem não é egoísta. E, óbvio que o caráter é indiscutível.
























Beleza: Fernando Torquatto (com produtos O Boticário)
Styling: Maria Torquatto
Assistente de fotografia: Paulo da Matta e Luís Seito
Tratamento de imagem: Patrícia Nort
Giovanna usou: camisa Anne Fontaine (a de mangas compridas); calça Marc Jacobs; sandálias Stella McCartney; camisa (rosa) Marc Jacobs – todas essas peças para Avec Nuance – e camiseta (branca) Calvin Klein...

(Fonte: www.quemacontece.com.br)

É isso ai, Linda como sempreee..
amoo vc amoreeee..
Beeeeijoss..
Wil
;]

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Gi no terceiro dia do Festival de Verão...


As lindíssimas Gi Antonelli e Debora Bloch fizeram sua estréia no Festival de Verão de Salvador na noite desta sexta-feira, 30. “... estou adorando...”, disse Zuzu, no camarote da Seda. “... é impressionante ver a empolgação do público...”, explicou Debora. No entanto, os atores Rodrigo Hilbert e Ricardo Tozzi curtiam pela segunda vez o evento. “... já passei muitos carnavais com o Asa de Águia, também gosto muito do Natiruts... ”, contou Hilbert, sobre as atrações do dia. Já Tozzi falou que vem muito pouco à Bahia, mas gosta de axé. “... o festival é bom porque tem músicas para todos os gostos...”.



É, pelo jeito a festança foi boaaa...
Neh minha neginhaaa??
Amo vccc amoreee.. =D

Beeeeijoss..
Wil
;]

(Fonte: www.ego.com.br)